Escrivaninha 32

Penso, logo escrevo

Desculpas

Publicado por JC sob em 17:57

Pedir desculpas não é tão difícil assim, até porque, no final das contas, ainda nos saímos como uma pessoa que sabe repensar suas atitudes, seus conceitos, que sabe reconsiderar e voltar atrás mediante um erro cometido. Eu diria que um pedido de desculpas bem formulado nos enobrece, mais até do que se não tivéssemos falhado na atitude que o originou.

O mais difícil é se convencer do próprio erro. Há quem abra mão da razão e, embora a tendo ao seu lado, pede desculpas para minimizar o atrito cuja culpa não lhe pertence. Mas também existem os que não querem e nem vão inverter a ordem das coisas, deixando o pedido de desculpas a quem lhe é dever.

Brigar faz parte...ou não!

Publicado por JC sob em 17:48

Brigas não têm que fazer parte, embora quase sempre façam.

Vejo-as como um sinal de que algo não está do jeito que deveria estar, ou do jeito confortável que costumava estar. Brigar não é uma condição inevitável, inerente a toda e qualquer relação, ao menos não deveria ser assim. Não consigo entender como pessoas racionais conseguem ver os conflitos com total descaso, como se pelo fato deles sempre outrora terem acontecidos, irão continuar acontecendo indefinidamente, ou até que não sejam mais toleráveis.

Brigar é como sentir dor. A dor é um fantástico mecanismo de defesa que, através de uma experiência sensorial e/ou emocional desagradável, alarma potencial ou real lesão. Logo, a dor é um indicador de que o equilíbrio foi rompido, de que algo está errado, de que nem tudo está bem. Assim são as brigas que costumamos ver como mais um evento cotidiano sem nos dar conta de que algo possa realmente estar errado. Até que, com o tempo, brigar vira hábito, o hábito vira vício e o vício corrói tudo de bom que um dia existiu.


Erro viciante

Publicado por JC sob em 17:46
A essa altura eu diria que não adianta muito saber o jeito certo. É difícil acertar quando errar torna-se um vício. Primeiro a gente erra por não saber o jeito certo. Depois erramos porque aprendemos a errar; até que esse ciclo fica tão ou mais viciante quanto estourar plástico bolha. Você conhece algo mais terapêutico, relaxante e viciante quanto estourar plástico bolha?

 

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